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Vigilância | Manequineko do Leblon é um roubo

O Manekineko do Leblon é um roubo! O Vigilante Focado em Tudo está na área para mais uma reclamação e para mais uma vez mostrar que temos que por a boca no Google, oooops, boca no trombone!

Fui nessa sexta feira com minha noiva no Manekineko do Leblon. Acostumado com os preços não tão salgados como o do Humaitá, fomos felizes. Chegando lá o roubo! Combinado de 38 peças valia 76 reais. Meu deus!!! O Manekineko do Leblon é um roubo!!! Uma caipirinha daquela porcaria de Sagatiba valia 13,60. Continuo dizendo … o Manekineko do Leblon é um roubo!!! O combinado do Humaitá não chega a 40 reais.

Pelo amor de deus. Onde nós vivemos?  E o pior, nós não nos levantamos e fomos embora por pouco. Mas tiveram duas amigas que levantaram na cara de pau mesmo e foram embora. Queria ter tido coragem para fazer isso.  Então gente. Não achem que os bairros não influenciam no preço da comida. E gritem! O Manekineko do Leblon é um roubo.

Pior de tudo foi que minha noiva pôs na pesquisa de opinião que o serviço do garçom foi insatisfatório e … o graçom voltou a mesa para saber porque … aí ela, ignorando o cara riscou o insatisfeito e colocou satisfeito e ele saiu todo alegre, sorridente e serelepe pelo bar … putz ….

Crime | Assaltado por um Policial Militar – PM, PMRJ

Fui assaltado por um Policial Militar nessa quinta-feira quando voltava de um Bar na Maria Quitéria. Duas quadras da minha casa.

Fui aboradado e o Policial Militar perguntou se eu estava com drogas. Eu disse que não e que estava meio doidão pois tomei caipirinha.

Eis que o Policial Militar começou a me revistar e sem pedir licensa meteu a mão nos meus bolsos e foi sacando tudo de dentro. Carteira e dois celulares, um deles um N95 da Nokia, meu sonho de consumo que comprei há 1 mês atrás.

Abriu minha carteira e revistou tudo. Todas as divisões dela. E ia colocando tudo em minha mão. Quando ele pôs os dois celulares na minha mão, eu simplesmente fui colocar no outro bolso. Aí o Policial Militar segurou firme minha mão e disse: Não. Pegou os dois celulares e fingiu por em meu bolso, levando meu N95.

Segunda enviei email para o Cesar Maia e logo ele respondeu dando um foward para o Marcos Amaro. Ele disse que eu teria que ir na 23BPM no Leblon e registrar queixa-crime.

Fui na 23BPM e um Policial Militar me fez descrever, registrar a ocorrência.

Na noite do acontecido por eu estar obviamente com medo do Policial Militar, este que não veio com cara de bons amigos, e eu meio alterado pelo álcool, não anotei o número da patrulhinha nem o nome do Policial Militar. O pessoal da 23 foi muito legal comigo, porém escutei uma frase que me deixou descrente de tentar mais alguma coisa. O PM falou: “você não anotou o nome do Policial Militar nem a patrulhinha, é como se você tivesse dado o celular para ele pela sua própria vontade”.

Além de perder o celular com todos os telefones dos meus clientes, estando desempregado. Perder um celular que pagarei ainda 5 parcelas de 165 reais.

Desempregado … ainda tive que ouvir isso. O que me resta é fazer um BO pois o atendente da Vivo disse que mesmo eu bloqueando o aparelho celular, qualquer um sabe como burlar e desbloquear o número de série. Não quero parar atrás das grades …

Às vezes “acho que tenho certeza” de que não tem mais jeito. Fico descrente da humanidade.

Deixo aqui meu desabafo e alerto que se passarem de madrugada pelas imediações da Maria Quitéria com a Prudente de Moraes, abram os olhos, se forem abordados por um afro-descendente de 1,82 mais ou menos, prestem atenção em todos os movimentos dele.

Essa história não vai continuar assim. Vou enviar carta para todos os jornais.